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Queridos alunos, estamos vivendo um momento novo para todos nós, mas não deixa de ser um grande momento de reflexão e crescimento. Toda crise traz evolução e tenho certeza que nessa não será diferente. O mundo inteiro está lutando contra esta pandemia e muitas pessoas estão sofrendo a perda de seus entes queridos. Qualquer outro prejuízo que tenhamos, pode, com o tempo, ser superado, desde que estejamos saudáveis e amparados pelos nossos familiares. Diante de tudo isso, gostaria de me colocar à disposição de todos vocês. Nesse canal estarei postando, toda semana, videoaulas, dicas para o ENEM, vestibulares, olimpíadas de química, sugestões culturais, curiosidades e muito mais. Além de todos os cuidados protocolares para a não proliferação do vírus, peço a todos que se mantenham em casa e focados em seus estudos. Procure atualizar as informações e notícias, sobre a crise, com especialistas da área e fontes jornalísticas confiáveis. O importante é estarmos juntos, mesmo que de forma virtual.

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Os pesticidas fazem diminuir o cancro?

Posted by Sérgio Rodrigues

O professor  americano de bioquímica Bruce Ames, agora com 87 anos, choca por vezes as suas audiências com uma afirmação aparentemente paradoxal: os pesticidas contribuem para a diminuição do cancro!

A explicação, se pensarmos um pouco, faz sentido: os pesticidas permitem uma maior e mais económica produção agrícola, tornando as frutas e legumes acessíveis a um maior número de pessoas. Como a alimentação saudável faz diminuir muito mais o risco de cancro do que a presença ou contacto com resíduos insignificantes de pesticidas o faz aumentar, confirma-se a plausibilidade da afirmação. Mas, repita-se, é de resíduos insignificantes que se fala – perto dos baixíssimos níveis actualmente detectáveis – assim como de pesticidas cada vez mais seguros – outros não seriam aceites nem permitidos.

O cancro é individualmente, quase sempre, uma questão de azar ou sorte, mas no limite dos grandes números podem prever-se tendências. A alimentação pode, em geral, ser relacionada com cerca de um terço dos cancros; outro terço pode ser ligado a infecções e viroses crónicas, assim como a factores genéticos. O outro terço pode ser relacionado com factores múltiplos como o fumo do tabaco, o consumo exagerado de álcool, a exposição solar e outros factores comportamentais e ambientais, em boa parte naturais. Também o normal evelhecimento faz, como é sabido, aumentar o risco de ter cancro. 

O glifosato é um herbicida relativamente seguro em termos toxicológicos comparado com outros herbicidas como o paraquat. A sua persistência no ambiente é também relativamente breve. Por isso, numa sociedade que só tem 1% das pessoas a trabalhar na agricultura e não tem forma de voltar a arrancar ervas à mão ou com uma sachola – o que seria verdadeiramente biológico, mas utópico em larga escala – é considerado uma mais valia por ser um dos herbicidas mais seguros conhecidos, com a vantagem de ser agora genérico e não dependente da famigerada Monsanto. Para além disso, a discussão sobre a suspeita deste herbicida ser cancerígeno e disruptor endócrino tem origem em estudos envoltos em polémica. (Veja-se a bibliografia seleccionada de algumas linhas que escrevi sobre o glifosato há alguns meses, num contexto mais vasto e de forma livre e solitária, não adivinhando as notícias recentes).  

É fundamental que as pessoas (também os profissionais da ciência) tenham sentido crítico. Se estamos predispostos a desconfiar de algumas coisas, não podemos em seguida confiar cegamente noutras. Mesmo a literatura científica e as notícias que esta origina devem ser lidas com saudável cepticismo (tanto mais que nem sempre as notícias correspondem ao conteúdo real dos artigos). E quanto maior for a nossa propensão para acreditar mais devemos forçar-nos a fazer essa análise crítica.

É raramente notado que a forma com a literatura científica se organiza, realçando a originalidade e os avanços técnicos, como sejam níveis de detecção cada vez mais baixos, faz com que a atenção se desloque para aspectos insignificantes para a segurança do público, afastando-nos dos problemas muitas vez mais reais, mas por serem comuns são em geral quase invisíveis. Ter fumado um cigarro, ou respirar regulamente os vapores dos combustíveis e dos escapes dos automóveis faz, em termos estatísticos, aumentar mais a probabilidade de ter um cancro do que comer uma maça com um resíduo insignificante de um pesticida, mas a focagem é em geral para o último caso que poderá ser novidade, não os outros, já bem conhecidos.

Também é preciso procurar ler o real sentido das afirmações. Ser considerado suspeito de ser cancerígeno é muito diferente de ser comprovadamente cancerígeno. Para além disso é preciso ter alguma ideia da origem dos dados. Por exemplo, os testes com animais são realizados com doses muito altas e nem sempre são extrapoláveis nem o resultado é válido devido à inadequação dos modelos animais e das doses exageradas. Acresce que a esses resultados se associam factores multiplicativos de segurança. Muitas vezes as provas contra os suspeitos não são muito fortes, mas por segurança indica-se a sua condição de suspeito, não se dando por vezes atenção a todos os outros comprovados culpados mais comuns e menos mediáticos.

Convém também notar que a fracção de cancros comprovadamente atribuíveis a “químicos” é menos de um por cento, já considerando “químicos” de origem natural como o estragole do mangericão – só para citar um exemplo pouco conhecido -, entre outros. 

No entanto, o pavor dos “químicos” faz as pessoas perder a cabeça. Numa petição recente a pedir a proibição do glifosanto, há dezenas de comentários a pedir o fim de todos os “químicos”! Dizer que somos “químicos”, respiramos e comemos “químicos”, mais ou menos naturais, é trivial. Todos os alimentos naturais estão cheios de “químicos”, como a maçã da figura. Mas, mais do que isso, é importante que as pessoas percebam que é devido aos “químicos” que temos alimentação, água potável e segurança alimentar para cada vez mais pessoas; que temos medicamentos, maior esperança de vida e confortos modernos e que, em última análise, diminuimos o número de cancros e a mortalidade devida a eles. 

Posted by Sérgio Rodrigues

De Rerum Natura

Por que Israel está usando maionese para salvar tartarugas atingidas por derramamento de óleo

25 fevereiro 2021 (BBC Ciência)

Um trabalhador do Centro de Resgate de Tartarugas Marinhas de Israel limpa uma tartaruga marinha em seu centro, no moshav costeiro israelense de Mikhmoret, ao norte de Tel Aviv, em 21 de fevereiro de 2021.
Legenda da foto, Tartarugas foram cobertas de alcatrão após um derramamento de óleo

Tartarugas resgatadas de um vazamento de óleo que deixou resíduos ao longo da costa litorânea de Israel estão recebendo maionese como parte de seu tratamento. 

Funcionários do Centro Nacional de Resgate da Tartaruga Marinha dizem que o ingrediente está ajudando a limpar o sistema digestivo dos répteis. 

O vazamento de óleo é um dos maiores desastres ambientais da história de Israel. 

As autoridades locais investigam a causa do derramamento, que parece ter se originado de uma embarcação em alto-mar. 

Milhares de voluntários e soldados têm trabalhado na remoção da substância oleosa, que vem causado prejuízos à fauna local, incluindo a tartarugas marinhas ameaçadas de extinção. 

Yaniv Levy, fundador e diretor do Centro Nacional de Resgate da Tartaruga Marinha, disse ao jornal israelense Haaretz que cerca de 27 tartarugas estavam em tratamento, seis das quais com sequelas provocadas pelo óleo. 

“Todas elas chegaram aqui com uma camada de óleo na cabeça e nos olhos, narinas, boca, sistema digestivo e estômago”, disse Levy. 

“Com esse tipo de dano, elas não têm chance de sobreviver sem tratamento. Nós removemos o óleo das narinas e olhos para que elas pudessem respirar e enxergar.” 

A veterinarian holding a sea turtle covered with tar at the National Sea Turtle Rescue Center.

Levy afirma que a equipe tem usado óleo vegetal para afinar o resíduo petrolífero, e a maionese para diluí-lo e removê-lo das paredes dos estômagos e intestinos dos animais. 

“Elas chegaram até nós cobertas de óleo. Com o sistema digestivo cheio de óleo por dentro e por fora”, disse o assistente veterinário Guy Ivgy à agência Associated Press.

“Seguimos alimentando-as com maionese, que praticamente limpa todo o sistema e consegue romper os resíduos de óleo.” 

O processo de recuperação das tartarugas deve levar entre uma e duas semanas. Depois desse período, a expectativa é de que elas sejam devolvidas ao meio ambiente. 

Embora possa parecer uma solução estranha, essa não é a primeira vez que a maionese é usada para salvar tartarugas. 

O Hospital da Tartaruga, na Flórida, descreve a maionese como uma forma “segura, atóxica e eficiente de limpar tartarugas cobertas por óleo”.

Boa prova galera!!!

“Somos eternos aprendizes e esse e’ só o nosso primeiro passo”. Desejo uma excelente prova para todos!

U2

Suspensão das aulas

Resultado de imagem para paralização das aulas coronavirus

Queridos alunos, estamos vivendo um momento novo para todos nós, mas não deixa de ser um grande momento de reflexão e crescimento. Toda crise traz evolução e tenho certeza que nessa não será diferente. O mundo inteiro está lutando contra esta pandemia e muitas pessoas estão sofrendo a perda de seus entes queridos. Qualquer outro prejuízo que tenhamos, pode, com o tempo, ser superado, desde que estejamos saudáveis e amparados pelos nossos familiares. Diante de tudo isso, gostaria de me colocar à disposição de todos vocês. Aqui no blog, você encontrará meus contatos nas redes sociais e muito material para antecipar seus estudos. Vou aguardar o posicionamento de cada uma das instituições que trabalho, mas pretendo disponibilizar aulas, listas e videoaulas para auxiliá-los durante este período. Além de todos os cuidados protocolares para a não proliferação do vírus, peço a todos que se mantenham em casa e focados em seus estudos. Procure atualizar as informações e notícias, sobre a crise, com especialistas da área e fontes jornalísticas confiáveis.  

Nunca esqueçam que a suas vidas e de seus familiares têm que estar acima tudo e que as nossas ações devem priorizar o coletivo e não o individual. Tenham certeza que sairemos dessa crise como seres humanos melhores.

“O importante é estarmos juntos…”

Alexander Diniz

Luminescência

Fonte: http://www.scienceclarified.com/uvminerals.org/www.explainthatstuff.com/www.encyclopedia.com

Luminescência – Conceito

luminescência é a geração de luz, sem calor.

Existem duas principais variedades de luminescência, fluorescência e fosforescência, que se distingue pelo atraso na reação à radiação eletromagnética externa.

Os antigos observaram fosforescência na forma de um brilho emitido pelos oceanos durante a noite, e confuso este fenômeno com a queima do fósforo químico, mas, na verdade, fosforescência não tem nada a ver com a queima.

Da mesma forma, a fluorescência, como hoje aplicado em iluminação fluorescente, envolve a criação de nenhum calor, assim, uma forma de iluminação mais eficiente do que o que vem de lâmpadas incandescentes.

Luminescência – O que é

Luminescência Luminescência

O termo luminescência é utilizado para descrever um processo através do qual a luz é produzido excepto por aquecimento.

A produção de luz do calor, ou incandescentes, é familiar a todos. O Sol emite calor e luz, como resultado de reações nucleares em seu núcleo. Uma lâmpada incandescente emite luz quando um filamento de arame no interior da lâmpada é aquecida ao calor branco. Pode-se ler com a luz da chama de uma vela, porque a queima de cera desprende calor e luz.

Mas a luz também pode ser produzida por outros processos em que o calor não está envolvido. Por exemplo, vaga-lumes produzir luz por meio de reações químicas que ocorrem dentro de seus corpos. Eles converter um composto conhecido como luciferina de uma forma para outra. Como ocorre esse processo, a luz é emitida.

Luminescência – Tipo

 Fluorescência

Fluorescência e fosforescência

Duas formas de luminescência pode ser identificado, dependendo da quantidade de tempo de luz emitida continua a brilhar.

Por definição, a fluorescência refere-se à libertação de luz que dura não mais do que cerca de 10 nanossegundos (10 bilionésimos de segundo), após o seu início. Fosforescência se refere à liberação de luz que dura mais de 10 nanossegundos.

Substâncias que brilham no escuro têm muitas aplicações práticas hoje.

Relógios e aparelhos semelhantes, por exemplo, muitas vezes têm seus números e as mãos revestido com tintas fosforescentes para que possamos ver qual é a hora no escuro.

As portas de emergência e escadas também são destacados com estas tintas para que as pessoas podem encontrar seu caminho para fora em caso de uma falha de energia.

Provavelmente a forma mais familiar de fluorescência é uma lâmpada fluorescente.

Luz fluorescente é produzido quando uma corrente elétrica passa através de vapor de mercúrio na lâmpada. Os electrões produzidos a partir do vapor de mercúrio colida com um produto químico pintados no interior da lâmpada, causando fluorescência. No momento em que a lâmpada é desligada, no entanto, o produto químico pára de incandescência. A luz produzida por este processo, por conseguinte, é um exemplo de fluorescência.

Luminescência e Fluorescência

Luminescência Luminescência

A luz é uma forma de energia. Para criar luz, outra forma de energia devem ser fornecidos.

Há duas maneiras comuns para que isso ocorra, a incandescência e luminescência.

Incandescence é a luz de energia térmica. Se você aquecer algo a uma temperatura suficientemente alta, ele vai começar a brilhar. Quando aquecedor de um fogão elétrico ou de metal em uma chama começam a brilhar “vermelho quente”, ou seja incandescência. Quando o filamento de tungstênio de uma lâmpada incandescente comum é aquecida ainda mais quente, que brilha intensamente “branco quente” pelos mesmos meios. O sol e as estrelas brilham pela incandescência.

A luminescência é “luz fria” que pode ser emitida a temperaturas normais e inferior.

Em luminescência, alguma fonte de energia chuta um elétron de um átomo fora de seu estado mais baixo de energia “terra” em uma energia mais elevado estado “animado”; em seguida, o elétron retorna a energia na forma de luz para que ele possa cair de volta ao seu estado “terra”. Com poucas excepções, a energia de excitação é sempre maior do que a energia (comprimento de onda, cor) da luz emitida.

Se você levantar uma pedra, seus músculos estão fornecendo energia para levantar a pedra para uma posição de maior energia. Se você, em seguida, solte a pedra, a energia que você forneceu é liberado, alguns deles sob a forma de som, uma vez que cai de volta à sua posição de baixa energia original. Ele é um pouco ou mesmo com luminescência, com atração elétrica substituindo a gravidade, o núcleo atômico substituindo a terra, um electrão de substituir a pedra, e luz substituindo o som.

Existem diversas variedades de luminescência, cada chamada de acordo com a fonte de energia, ou o gatilho para a luminescência:

Fluorescência e fotoluminescência são luminescência onde a energia é fornecida por radiação eletromagnética (raios tais como a luz, o que será discutido mais tarde). Fotoluminescência é geralmente considerado como significando “luminescência a partir de qualquer radiação eletromagnética”, enquanto que a fluorescência é muitas vezes utilizada apenas para luminescência provocada pela radiação ultravioleta, embora possa também ser usado para outros photoluminescences. A fluorescência é visto em luzes fluorescentes, parque de diversões e do filme de efeitos especiais, a vermelhidão de rubis na luz solar, “dia-glo” ou cores “neon”, e em nebulosas de emissão observados com telescópios no céu da noite. Alvejantes aumentar seu poder de branqueamento com um material fluorescente branca.

Fotoluminescência não deve ser confundido com reflexão, refração, ou dispersão da luz, que causam a maioria das cores que você vê a luz do dia ou luz artificial intensa. Fotoluminescência distingue-se pelo fato de a luz é absorvida por um tempo significativo, e geralmente produz luz de uma frequência que é menor do que, de outro modo, mas independente de, a frequência da luz absorvida.

A quimiluminescência é luminescência onde a energia é fornecida por meio de reações químicas. Esses tubos de plástico brilha no escuro vendidos em parques de diversões são exemplos de quimiluminescência.

A bioluminescência é luminescência causada por reações químicas em seres vivos; que é uma forma de quimioluminescência. Vagalumes brilham por bioluminescência.

Eletroluminescência é luminescência causada por corrente elétrica.

Catodoluminescência é eletroluminescência causado por feixes de elétrons; isto é como imagens de televisão são formados por um (Tubo de raios catódicos) CRT. Outros exemplos de eletroluminescência são luzes de néon, as auroras e relâmpagos. Isso não deve ser confundido com o que ocorre com as luzes elétricas incandescentes comuns, nos quais a eletricidade é usada para produzir calor, e é o calor que por sua vez produz luz.

Radioluminescência é luminescência causada por radiação nuclear. Brilham no escuro os mostradores de relógio usado frequentemente uma pintura com um material radioativo (tipicamente um composto de rádio) e um material radioluminescente. O termo pode ser utilizado para se referir a luminescência provocada pelos raios-X, também chamado de fotoluminescência.

Fosforescência é atrasada luminescência ou “pós-luminescência”. Quando um elétron é expulso em um estado de alta energia, ele pode ficar preso lá por algum tempo (como se você levantou a pedra, em seguida, coloque-o sobre uma mesa). Em alguns casos, os electrões escapar da armadilha no tempo; em outros casos, eles permanecem presos até que algum gatilho recebe-los fracassou (como a rocha permanecerá sobre a mesa até que algo bate-lo). Muitos produtos brilham no escuro, especialmente brinquedos para as crianças, envolvem substâncias que recebem energia da luz, e emitem a energia novamente como luz mais tarde.

Triboluminescência é fosforescência que é desencadeada por ação mecânica ou eletroluminescência animado com eletricidade gerada por ação mecânica. Alguns minerais brilham quando bater ou riscado, como você pode ver, batendo dois seixos de quartzo juntos no escuro. (A luz visível emitida é muitas vezes um efeito de fluorescência secundária, de eletroluminescência no ultravioleta).

Termoluminescência é fosforescência desencadeada por temperaturas acima de um certo limite. Isto não deve ser confundido com a incandescência, que ocorre a temperaturas mais elevadas. Em termoluminescência, o calor não é a fonte primária de energia, apenas o gatilho para a liberação de energia que originalmente veio de outra fonte. Pode ser que todos os fosforescências tem uma temperatura mínima, mas muitos têm um mínimo que desencadeia a temperatura abaixo das temperaturas normais e não são normalmente considerados como thermoluminescences.

Opticamente luminescência estimulada é fosforescência desencadeada pela luz visível ou infravermelho. Neste caso a luz vermelha ou infravermelha só é um gatilho para liberação de energia armazenada anteriormente.

Luminescência, Fluorescência e Fosforescência

Luminescência Luminescência

Qual é a diferença entre a luminescência, fluorescência e fosforescência?

Quando falamos de relógios “luminosas” e tinta, o que realmente significa é fosforescência, que é muito semelhante ao de fluorescência: o processo pelo qual lâmpadas economizadoras de energia fazem pouco.

Materiais fluorescentes produzem luz instantaneamente, quando os átomos dentro deles absorver a energia e tornar-se “animado”. Quando os átomos retornam ao normal, em tão pouco como 1/100000 de segundo, eles dão a energia que lhes animado como partículas minúsculas de luz chamados fótons. Brilhe a luz ultravioleta (UV) em uma TV roubado ou câmera e você pode encontrar o endereço de alguém que brilha para trás em você, escrito em tinta invisível. A tinta é feita de produtos químicos fluorescentes que absorvem a energia da luz UV, tornam-se animado, e em seguida, dar a energia como fótons de luz visível.

Desligue a luz UV e a tinta desaparece novamente.

Às vezes fosforescência dura alguns segundos depois de a energia de estimulação foi removido; às vezes, como em luminosos relógios que dura por horas.

Você provavelmente já percebeu que é preciso um pouco de tempo para “carregar” um relógio luminosa com energia antes que ela vai brilhar no escuro. Você também pode ter notado que um relógio luminoso brilha mais no início da noite. Pelos amanhecer tempo, é tipicamente ficar sem energia e parou de brilhar. Isso deve vir como nenhuma surpresa real. Um relógio não pode fazer pouco do nada em tudo sem violar uma das leis mais básicas da física, a conservação de energia.

Crédito: https://www.portalsaofrancisco.com.br/

Da Alquimia à Química

Por Jennifer Fogaça
Graduada em Química

Não é possível falar do surgimento da Química sem nos referirmos à alquimia. As origens da alquimia e da própria Química perdem-se em tempos que não temos registros, pois não se pode afirmar com certeza o início de cada uma, além disso, assim como todo desenvolvimento, a transição de uma para a outra não ocorreu de imediato.

No entanto, considera-se que a alquimia se manteve entre os anos 300 a.C. e 1500 d.C. e se iniciou em Alexandria, cidade fundada em 331 a.C. por Alexandre, o Grande, na foz do Rio Nilo, como capital de seus territórios conquistados no Egito.

Uma forma de pensamento muito antiga que se desenvolveu nessa cidade foi uma arte egípcia, a khemeia, que é a raiz da palavra Química. A khemeia relacionava-se com mistérios, superstições, ocultismo e religião. Isso tudo se somou aos conhecimentos de diversos sábios, dando origem à alquimia.

Ilustração de um laboratório de alquimia

A alquimia se difundiu em diversas civilizações, como pelos chineses, hindus, egípcios, árabes e europeus. Entre os seus ideais inatingíveis estavam principalmente:

  • A pedra filosofal: Os alquimistas acreditavam que seria possível transformar chumbo (e qualquer outro metal) em ouro, a chamada “transmutação”, e que isso seria conseguido por meio de uma peça particular da matéria, a pedra filosofal.
Os alquimistas desejavam transformar chumbo em ouro por meio da pedra filosofal

O alquimista espanhol do século XVI, Arnoldo de Villanova, descreveu a pedra filosofal da seguinte maneira:

Existe na Natureza certa substância pura que, quando descoberta e levada pela Arte a seu estado perfeito, converterá à perfeição todos os corpos perfeitos em que tocar.”1

Essa crença dos alquimistas se baseava nas ideias do filósofo Aristóteles (384-322 a.C.), que afirmou que a matéria era contínua (não formada por átomos como afirmaram corretamente os filósofos gregos Leucipo e Demócrito), e ele aprimorou a ideia dos quatro elementos de Empédocles. Essa ideia dizia que toda a matéria era formada por quatro elementos: água, terra, fogo e ar, e Aristóteles associou a cada um deles duas “qualidades” opostas: frio ou quente; seco ou úmido. Por exemplo, a água estaria associada a úmido e frio, enquanto o fogo estaria associado a quente e seco. Essas ideias de Aristóteles permaneceram por mais de 2000 anos.

Ideia dos quatro elementos de Aristóteles

Baseando-se nisso, os alquimistas pensaram em como cada um desses elementos poderiam se transformar uns nos outros se fosse removida ou adicionada a “qualidade” que possuíssem em comum. Essas ideias justificaram a tentativa de se obter ouro a partir da combinação de outros metais.

  • O elixir da longa vida: Os alquimistas almejavam extrair o maior dos desejos do ser humano: a vida eterna. Procuravam um elixir da longa vida, que permitiria a imortalidade.
Os alquimistas buscavam o elixir da longa vida

Apesar desse lado ritualístico e de nunca se ter alcançado esses objetivos, os alquimistas foram os pioneiros no desenvolvimento de técnicas de laboratório, como a destilação e a sublimação que são usadas até hoje pelos químicos.

No início do século XV surgiu o Renascimento, um movimento artístico e científico que se baseava na racionalidade, ou seja, uma doutrina de que nada existe sem uma razão, sem uma explicação racional, e no experimentalismo. Foi nesse contexto que o modo de pensar dogmático, místico e supersticioso da alquimia começou a ser mudado por uma nova forma de buscar o conhecimento, através da ciência experimental.

No ano de 1493 nasceu Phillipus Aureolus Theophrastus Bombast von Hohenheim, mais conhecido como o médico Paracelso. Apesar de ainda estar ligado à alquimia, ele desenvolveu a iatroquímica, em que a principal finalidade era a preparação de medicamentos apropriados para combater as doenças por meio de fontes minerais. Para ele o corpo era um conjunto de substâncias químicas que interagiam harmonicamente e que, se a pessoa estivesse doente, isso significaria que havia uma alteração dessa composição química, que podia ser eliminada por meio de produtos químicos.

Paracelso e a iatroquímica

Por meio dos trabalhos do filósofo inglês Francis Bacon (1561-1625), a Renascença passou a tomar corpo. Juntamente ao francês René Descartes (1596-1650), o pensamento científico começou a se desenvolver ainda mais, a busca do conhecimento se baseava na experimentação e no uso lógico da matemática. Antes, para que o conhecimento fosse aceito como válido, bastava atender às normas da filosofia; a experiência estava fora de questão.

Em 1543, o polonês Nicolau Copérnico causou uma tremenda revolução, quando propôs que o Sol, e não a Terra, era o centro do universo. Homens como Giordano Bruno, Galileu Galilei e Johannes Kepler contribuíram muito para separar a astrologia da astronomia e a alquimia da Química.

Mas dois cientistas foram marcantes nessa transição para a Química como Ciência, que foram Robert Boyle (1627-1691) e Antoine Laurent Lavoisier.

Robert Boyle nasceu no castelo de Lismore, Irlanda, em 1627. Visto que era de família rica, pôde se dedicar tranquilamente aos estudos. Ele foi chamado por alguns de pai da Química, sendo responsabilizado por transformar a alquimia em Química, pois ele introduziu o “método científico”. Boyle assumiu uma postura totalmente diferente dos alquimistas de seus dias, pois ele publicava abertamente todos os detalhes de seu trabalho, defendia o uso de experiências para comprovar os fatos e não aceitava hipóteses só porque eram consagradas. Seu conceito sobre pesquisas científicas foi descrito em seu livro The Sceptical Chymist (O Químico Cético).

Inclusive, Robert Boyle apoiou fervorosamente uma lei que proibia o uso da alquimia para a produção da pedra filosofal, pois ele considerava esse um objetivo frívolo e materialista.

Robert Boyle foi considerado o “pai da Química”

Foi com essa mudança de pensamento que o século XVII começou. Este foi o século do Iluminismo, sendo que a ciência se distanciava da religião. Foi então que surgiu Lavoisier, que foi considerado o fundador da Química Moderna, pois os seus estudos foram marcados por grande precisão, não só qualitativa, mas principalmente quantitativa. Ele utilizava balanças, realizando pesagens e medições cuidadosas, tinha notável precisão e planejamento. Tudo isso fez com que ele conseguisse explicar fatos que outros cientistas não conseguiram.

Lavoisier derrubou teorias, como a teoria do flogístico, descobriu o oxigênio, explicou a combustão, criou a lei de conservação das massas e lançou o Tratado Elementar de Química, no qual forneceu uma nomenclatura moderna para 33 elementos.

Antoine Laurent Lavoisier foi considerado o fundador da Química Moderna

Desse ponto em diante, a Química já era considerada uma ciência bem fundamentada e estabelecida. Logo retornou a ideia de que tudo seria composto por átomos, havendo uma evolução do modelo atômico e um conhecimento ainda maior da natureza da matéria.

Além disso, vários elementos foram sendo descobertos, além de suas propriedades químicas e físicas, mostrando que ao contrário do que acreditavam os alquimistas, os “quatro elementos” não eram os constituintes do mundo. Outro ponto marcante para o desenvolvimento da Química foi dado por Dmitri Ivanovich Mendeleiev (1834-1907), quando ele descobriu a Tabela Periódica.

Um aspecto interessante das descobertas químicas que relacionam essa ciência com a alquimia foi a descoberta da radioatividade. Durante muitos séculos os alquimistas trabalharam arduamente para transformar chumbo em ouro, e hoje sabemos que o urânio, um elemento radioativo, emite radiações naturalmente e se transforma em chumbo. Isso mostra que um elemento pode se transformar em outro, apenas não do jeito que os alquimistas queriam.

O desenvolvimento da Química como ciência continua só aumentando ao longo dos anos. Se considerarmos que o marco para o surgimento da Química como ciência experimental se deu com os trabalhos de Lavoisier, vemos que a Química tem pouco mais de 200 anos, é uma Ciência relativamente nova. 

1 – Paul Stratern, “O sonho de Mendeleiev: A verdadeira história da Química.”, pág.55.

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“É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão. O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem saber ver.”  

Gabriel Garcia Marquez