A diferença entre água destilada e desionizada

A nossa água do dia a dia nós tomamos banho, bebemos, enfim usamos para nossas atividades diárias em praticamente todos os locais onde estamos. No caso do laboratório a água de beber não é adequada para a maioria dos testes laboratoriais, preparação de soluções, equipamentos de calibração ou limpeza de produtos de vidro. No laboratório precisamos de águas purificadas, dentre as quais as mais usadas é a destilada e desionizada. A água destilada é um tipo de água desmineralizada que é purificada por destilação. A água usada para produzir água destilada geralmente é a água de torneira, preferencialmente é recomendada água de nascente ou subterrânea. O processo é relativamente simples, sendo o vapor da água sendo fervida condensado produzindo a água destilada. A maioria dos minerais e certas outras impurezas são deixadas para trás, mas a pureza da água fonte é importante porque algumas impurezas (por exemplo, orgânicos voláteis, mercúrio) se vaporizarão juntamente com a água. A destilação da água remove os sais e partículas.

Por sua vez, a água desionizada é produzida a partir de água da torneira, água de nascente ou água destilada. O processo consiste em passa essas águas através de uma resina carregada eletricamente. Geralmente, é utilizada resinas de troca iônica  carregadas positiva e negativamente.  Assim, quando os cátions e ânions dissolvidos na água são adsorvidos pelas resinas de troca iônica. A água desionizada é tão reativa que devem ser  mantidas isoladas do ar, pois quando exposta o dióxido de carbono é dissolvido para produzir H + e de HCO  , reduzindo o valor de pH geralmente para 5,6. A desionização não remove espécies moleculares (por exemplo, açúcar) ou partículas orgânicas não carregadas (a maioria das bactérias, vírus).

Supondo que a água da fonte foi torneira ou água de nascente, a água destilada é pura o suficiente para quase todas as aplicações de laboratório. É usado para:

  • solvente para preparar a solução
  • blank analítico
  • padrão de calibração
  • limpeza de produtos de vidro
  • esterilização de equipamentos
  • fazendo água de alta pureza

A pureza da água desionizada depende da água da fonte. É utilizada água desionizada quando é necessário um solvente macio. É usado para:

  • aplicações de resfriamento onde é importante evitar depositar minerais
  • autoclaves de microbiologia
  • muitas experiências químicas envolvendo compostos iónicos
  • lavar louça, especialmente o enxágüe final
  • preparação de solventes
  • espaços em branco analíticos
  • padrões de calibração
  • em baterias

Como você pode ver, em algumas situações, a água destilada ou desionizada é adequada para usar. Por ser corrosiva, a água desionizada não é utilizada em situações que envolvam contato a longo prazo com metais.

Fonte: ThoughtCo (Portal do clube da química)

Grafeno é mais forte que o diamante, mas o que ele pode fazer?

O grafeno foi o assunto da indústria de tecnologia há oito anos. Ele foi apresentado como o material milagroso com potencial ilimitado definido para virar todo o setor de tecnologia de cabeça para baixo. Simplificando, o grafeno é um material mais forte que o diamante, constituído de folhas de carbono com um átomo de espessura, leves, flexíveis e mais condutivas que o silício. Algumas notícias na época esperavam mudanças rápidas, silício a ser trocado em favor do grafeno e o futuro de telas super-fortes e flexíveis e conectividade infinita a ser introduzida.  As primeiras aplicações que vieram ao mercado foram na medicina e na área militar. é possível encontrar o grafeno em coletes a prova de bala, em baterias, na produção de concreto, em transistores, etc. Atualmente, as aplicações do grafeno são consideradas infinitas. O grafeno está presente no setor aeroespacial ao automotivo, eletrônico, biomédico, em novas tecnologias de membrana, etc. Só para ter uma ideia, o mercado global de grafeno está projetado para atingir quase US $ 200 milhões em 2022. Todavia, uma das limitações na comercialização no momento é o custo. Por causa da complexidade de produção, o grafeno de alta qualidade custa atualmente US $ 10.000 por tonelada. 

Portal do clube da química

Carboidrato, o inusitado segredo da ilha com a maior expectativa de vida do mundo.

Por BBC 

08/03/2019 15h24  Atualizado há 2 dias

Novas evidências sugerem que uma proporção de 10 carboidratos para cada proteína pode proteger seu corpo dos problemas acarretados pela idade.

Os 'donots' de Okinawa são um elemento importante da dieta dos habitantes da ilha — Foto: Pixabay

Os ‘donots’ de Okinawa são um elemento importante da dieta dos habitantes da ilha — Foto: Pixabay

A busca pelo “elixir da juventude” atravessa séculos e continentes – contudo, recentemente ela se focou nas ilhas japonesas de Okinawa, no Mar da China Oriental. Os habitantes mais velhos dessa ilha não apenas têm a maior expectativa de vida do que qualquer outra pessoa na Terra, como a maior parte desses anos são vividos em uma ótima condição de saúde também. 

Um detalhe que vale a pena ser mencionado é o número de pessoas que chegam aos 100 anos de vida na ilha. Para cada 100 mil habitantes, Okinawa tem 68 centenários – mais de três vezes os números encontrados em populações americanas de mesmo tamanho. Até para os padrões japoneses os moradores de Okinawa estão fora da média, com uma chance 40% maior de viver até os 100 anos do que qualquer outro japonês. 

Não é de se espantar, portanto, que cientistas passaram décadas tentando descobrir os segredos da longevidade da população de Okinawa – tanto em seus genes quanto em seu estilo de vida. E um dos fatores mais interessantes que chamaram a atenção dos cientistas é a peculiar proporção alta de carboidratos em relação a proteínas na dieta de Okinawa – com uma particular abundância de batata doce como fonte da maior parte de suas calorias. 

“É exatamente o oposto das atuais dietas da moda, que sugerem muita proteína e pouco carboidrato”, diz Samantha Solon-Biet, que pesquisa nutrição e envelhecimento na Universidade de Sidney. Apesar da popularidade, há poucas evidências de que dietas com alto teor de proteínas realmente trazem benefícios a longo prazo. 

Então será que a “proporção de Okinawa” – 10:1 carboidrato para proteína – possa ser o segredo para uma vida longa e saudável? Apesar de ainda ser muito cedo para sugerir quaisquer mudanças de estilo de vida com base nessas observações, a mais recente evidência – de estudos longitudinais com humanos e testes em animais – sugerem que a hipótese merece atenção. Segundo essas descobertas, uma dieta com pouca proteína e muito carboidrato dispara várias respostas fisiológicas que nos protegem de várias doenças ligadas ao envelhecimento, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e Alzheimer. E é possível que a proporção de Okinawa atinja o melhor equilíbrio para alcançar esses efeitos. 

Boa parte dessa pesquisa vem do Estudo de Centenários de Okinawa (OCS, na sigla em inglês), que tem investigado a saúde da população em envelhecimento desde 1975. O OCS examina habitantes do governo de Okinawa, que inclui mais de 150 ilhas. Até 2016, o OCS havia examinado mil centenários da região. 

Em vez de sofrer uma morte prolongada, os centenários de Okinawa parecem atrasar muitos dos efeitos normais do envelhecimento, com quase dois terços vivendo de maneira independente até os 97 anos. Essa impressionante longevidade saudável ficou evidente ao avaliar várias doenças relacionadas à idade. O típico centenário de Okinawa parece estar livre dos sinais típicos de doenças cardiovasculares, sem construir as placas ‘calcificadas’ em volta das artérias que podem levar à falência do coração. Os residentes mais velhos de Okinawa também apresentam taxas mais baixas de câncer, diabetes e demência do que outras populações em envelhecimento. 

Loteria genética

Considerando esses resultados, não há dúvidas de que Okinawa tem uma população excepcional. Mas será que só isso é capaz de explicar essa longevidade extraordinária? 

A sorte na questão genética pode ser um fator importante. Graças à geografia das ilhas, as populações de Okinawa passaram boa parte de sua história em um isolamento relativo, o que pode ter lhes dado um perfil genético único. Estudos preliminares sugerem que isso pode incluir uma prevalência reduzida de uma variável genética – APOE4 – que parece aumentar o risco de doenças cardíacas e Alzheimer. 

Eles também podem ter uma tendência maior de carregar uma variável protetora do gene FOXO3, envolvido na regulação do metabolismo e do crescimento celular. Isso resulta em uma estatura mais baixa, mas também parece reduzir o risco de várias doenças relacionadas à idade, incluindo câncer. 

Ainda assim, parece pouco provável que bons genes possam explicar por si só a longevidade dos habitantes da região. Questões ligadas a estilo de vida também são importantes. O OCS descobriu que os moradores da região têm uma tendência a fumar menos que a maioria das populações e, já que trabalham predominantemente com agricultura e pesca, eles também são fisicamente ativos. O fato de serem uma comunidade fechada também ajuda os moradores a manter uma vida social ativa na velhice. Conexões sociais também melhoram a saúde e a longevidade ao reduzir as respostas de estresse do corpo a eventos desafiadores. A solidão, pelo contrário, mostrou-se tão prejudicial quanto fumar 15 cigarros por dia. 

No entanto, é a dieta dos moradores que pode ter o maior potencial para mudar nossa visão sobre o envelhecimento saudável. Diferentemente do resto da Ásia, o alimento base de Okinawa não é o arroz, mas a batata doce, introduzida pela primeira vez no século 17 através do comércio com a Holanda. Os okinawanos também comem legumes e verduras verdes e amarelos em abundância – como o melão-amargo – e vários tipos de produtos de soja. Apesar de comerem porco, peixe e outras carnes, esses itens são componentes pequenos de seu consumo geral, que tem como base legumes e verduras. 

A tradicional dieta de Okinawa, portanto, é densa em vitaminas e minerais essenciais – incluindo antioxidantes – mas também é baixa em calorias. Especialmente no passado, e antes de redes de fast food entrarem na ilha, o morador médio comia 11% a menos de calorias do que a recomendação de consumo normal para um adulto saudável. 

Por esse motivo, alguns cientistas acreditam que os moradores de Okinawa oferecem mais evidências para as virtudes de uma dieta restrita em calorias. Desde os anos 1930, alguns médicos e cientistas defendem que limitar continuamente a quantidade de energia que você consome pode ter muitos benefícios além da perda de peso, incluindo a desaceleração do processo de envelhecimento. 

Em um dos experimentos mais interessantes, um grupo de macacos comendo 30% a menos de calorias que o normal teve uma redução de 63% de mortes de doenças relacionadas ao envelhecimento em um período de 20 anos. Eles também pareciam mais jovens – tinham menos rugas e seus pelos eram mais lustrosos do que grisalhos. 

Devido a dificuldades práticas, testes clínicos de duração longa em humanos ainda precisam ser completados para testar os efeitos na longevidade, mas um recente experimento de dois anos do Instituto Nacional de Envelhecimento dos EUA apontou que os participantes com uma dieta restritiva em termos de calorias tinham uma saúde cardiovascular melhor – incluindo pressão arterial e colesterol. 

Ainda não está claro o motivo pelo qual uma dieta com poucas calorias seja tão benéfica, mas há muitos mecanismos em potencial. Uma possibilidade é que a restrição de calorias altera a sinalização de energia das células, assim o corpo usa menos recursos para preservação e manutenção – como o reparo de DNA – em vez de crescimento e reprodução, enquanto limita o estresse oxidativo causado por produtos tóxicos no metabolismo que podem causar dano cerebral. 

A batata doce é um dos principais ingredientes da cozinha tradicional de Okinawa — Foto: Pixabay

A batata doce é um dos principais ingredientes da cozinha tradicional de Okinawa — Foto: Pixabay 

E os benefícios da dieta de Okinawa não estão apenas a restrição de calorias. 

Solon-Biet conduziu uma série de estudos examinando a influência da composição da dieta (em vez da quantidade) no envelhecimento de animais e sua equipe descobriu que uma dieta com muito carboidrato e poucas proteínas aumenta a longevidade de várias espécies, com um estudo mais recente apontando que reduz alguns sinais de envelhecimento no cérebro. Eles descobriram inclusive que a proporção ideal é de 10 carboidratos para cada proteína – a mesma de Okinawa. 

Apesar de ainda não existirem testes clínicos em humanos, Solon-Biet cita trabalhos epidemiológicos no mundo inteiro que apontam para conclusões parecidas. “Outras populações longevas também tinham padrões de dieta com quantidades relativamente pequenas de proteína”, diz ela. “Entre elas estão os kitavanos, que vivem em uma ilha pequena na Papua Nova Guiné, os tsimane da América do Sul e populações que consomem a dieta mediterrânea.”

Mais uma vez, os mecanismos exatos não estão muito claros. Assim como a restrição de calorias, as dietas com poucas proteínas promovem o reparo e a manutenção celular. Karen Ryan, uma bióloga-nutricionista da Universidade da Califórnia, Davis, aponta que a escassez de aminoácidos pode fazer com que células reciclem material velho (em vez de sintetizar novas proteínas). 

“Juntas, essas mudanças podem prevenir o acúmulo, ligado ao envelhecimento, de proteínas danificadas nas células”, diz ela. Esse acúmulo de proteínas danificadas pode ser responsável por muitas doenças, diz ela, mas uma limpeza regular quando comemos uma dieta com pouca proteína pode ajudar a prevenir isso. 

Então será que devemos todos adotar a dieta de Okinawa? Não exatamente. Ryan aponta algumas evidências de que o consumo baixo de proteínas pode limitar o dano do corpo até os 65 anos, mas você pode se beneficiar do aumento do consumo de proteínas a partir daí. “A nutrição ideal varia de acordo com a história de vida”, diz ela. E também vale notar um estudo que apontou que os méritos relativos de proteínas e carboidratos podem depender da fonte da proteína: uma dieta mais rica em proteína vegetal parece ser melhor do que uma dieta rica em carne ou laticínios, por exemplo. Então os moradores de Okinawa podem viver mais devido ao fato de que comem muitos legumes, frutas e verduras, em vez de uma dieta rica em carboidrato e pobre em proteína. 

E pode ser que a saúde desses moradores seja devida a uma confluência de muitos fatores, diz Ryan. “E interações específicas entre esses fatores também vão ser importante.” 

E nós podemos precisar de muitos mais anos de pesquisa para entender a importância de cada ingrediente antes de ter uma receita verdadeira para o elixir da juventude. 

Conheça diferenças e curiosidades químicas dos tipos de sal existentes

Maior vilão da saúde entre condimentos, item é indispensável na cozinha.Grande variedade pode confundir consumidores no momento da compra.

Flavio Flarys do G1-Região dos Lagos

A importância do tempero mais consumido no mundo pode ser medida pelo fato de ele ter sido, por muito tempo, moeda de troca em civilizações mais antigas – daí o surgimento da palavra “salário”. Presente em mais de 90% dos pratos em todo o mundo (e até em algumas sobremesas), o sal é o maior vilão da saúde entre os condimentos. Responsável por contribuir para doenças cardiovasculares e aumento da pressão arterial, o sal também é indispensável nas cozinhas de todo o mundo, agregando sabor e realçando os alimentos. O consumo médio diário de sal recomendado pela OMS (Organização Mundial de Saúde) é de 5g por dia, mas no Brasil a média é de 9,6g, praticamente o dobro.

Grãos de sal negro (Foto: Flavio Flarys / G1)
Grãos de sal negro (Foto: Flavio Flarys / G1)

Atualmente, pode-se encontrar diversos tipos do produto nas gôndolas de delicatessens e supermercados: sal rosa do Himalaia, flor de sal, refinado, defumado, negro,… Mas será que, quimicamente, existe alguma diferença entre eles? “Estamos acostumados a associar a palavra sal ao cloreto de sódio que está presente em grande quantidade no sal refinado (sal de cozinha). A busca pela substituição desse composto químico é incessante, mas a verdade é que todos os sais possuem sódio em sua composição”, diz o professor de química Daniel Légora, do Colégio Aprovado, em Macaé, interior do Rio de Janeiro.



Sal de merlot e sal da Bavária (Foto: Flávia Mantovani/G1)

Sal é oferecido em diversas cores e tipos
(Foto: Flávia Mantovani / G1)

Cores e tipos de sal

O que confere a coloração diferenciada no sal são argilas, lavas e algas das lagoas de evaporação. Elas são acrescentadas deliberadamente ao sal. No Havaí, por exemplo, o sal negro tem esta cor por causa da lava preta e os vermelhos devido à argila vermelha adicionadas ao cloreto de sódio. No sal rosa do Himalaia, a coloração se deve aos minerais presentes, como ferro e manganês. Consequentemente, o sabor é de lava, argila, alga ou minerais. No defumado, a fumaça fria proveniente da queima de madeira (na França, em alguns casos, de barris utilizados na produção de vinhos) é o que confere o novo sabor e coloração ao sal. Deve-se provar para saber se estes sabores diferenciados agradam. 



Flor de sal de Guerandé, na França, é a mais famosa do mundo (Foto: Flavio Flarys / G1)
Flor de sal de Guérande, na França, é a mais famosa do mundo (Foto: Flavio Flarys / G1)

Em relação à flor de sal, o sabor é diferente? Vamos lá: o sabor consiste em cheiro, gosto e textura. Como o sal não tem cheiro, eliminamos este item. Sobram textura e gosto, e isto realmente muda a percepção do sabor. Ao salpicar uma salada com flor de sal, que invariavelmente tem grãos maiores que o sal refinado, uma explosão de sabor é identificada em algumas garfadas, o que confere uma experiência diferenciada no paladar. “O grão da flor de sal causa um atrativo aspecto visual ao alimento e, mais ainda, por proporcionar uma textura crocante na mastigação quando adicionado após o preparo do prato. Isso acontece porque são utilizados apenas os cristais retirados da camada superficial das salinas, onde se formam os grãos translúcidos. Mas vale uma ressalva: ele possui 10% a mais de sódio do que o sal refinado”, diz Daniel.

Os diversos tipos de uso para o sal definem a oferta de diferentes granulações do produto. Para o drink marguerita, com cristais de sal na borda da taça, é preciso um sal um pouco grosso, que consiga grudar na taça específica para este fim. Já para a pipoca do cinema, é exatamente o contrário: um grão muito fino é o ideal, para que ele penetre nas frestas e salgue nosso delicioso milho espocado. No churrasco, um sal bem grosso que seja fácil de grudar nas carnes cruas e simples de retirar após o preparo.

Moedores de sal

Moedor de sal rosa do Himalaia está em alta entre os consumidores (Foto: Flavio Flarys / G1)

Moedor de sal rosa do Himalaia está em alta entre os consumidores (Foto: Flavio Flarys / G1)

Moedor de sal e pimenta  (Foto: Divulgação / Spicy)

Moedores de sal e pimenta (Foto: Divulgação/Spicy)

E aqueles lindos moedores de sal, dispostos na prateleira da delicatessen, que custam uma pequena fortuna? Será que eles conferem um sabor diferenciado ao produto? Não, isto não acontece! Sabemos que a pimenta do reino moída no momento do consumo fica realmente muito melhor que o pó previamente moído, e isto nos induz ao erro. “Moer alguns condimentos na hora do preparo realça o sabor deles. Com a pimenta do reino, por exemplo, os óleos voláteis presentes nela escapam para o estado gasoso, pois a divisão do material acelerará esse processo. Se for feito com antecedência, mais rápido o aroma se perde. Já com o sal não faz diferença, pois ele não é volátil”, exemplifica Daniel. Então, o que muda o sabor do grão, isto sim, é o tamanho e o feitio dele. Portanto, moedor de sal é um objeto meramente decorativo na sua cozinha.

Sal que não é sal
Como já vimos, o sal é cloreto de sódio. Os substitutos do sal sempre tentam diminuir a quantidade de sódio, elemento que suspeita-se ser o grande vilão da alimentação, no produto. O cloro não tem problema. Então, o sal light e outros derivados substituem parte do produto por cloreto de potássio. O cloreto de potássio tem gosto salgado, mas é um tipo diferente de salgado. É como a diferença entre o açúcar e o adoçante. “É preciso ter muito cuidado com a utilização do sal light. O cloreto de potássio é perigoso da mesma forma e, quando consumido em excesso, pode causar doenças renais, por exemplo. A dica mesmo é evitar ao máximo o consumo de sal, seja de que tipo for, e adotar uma alternativa de tempero mais saudável, como as ervas. A sálvia, o tomilho, o louro, a cebolinha e o alecrim são ótimas opções”, diz Daniel.

Química no cotidiano

Ciência está presente nos alimentos, organismos, objetos e até mesmo no desenvolvimento tecnológico que facilita o dia a dia do homem.

Colégio Qi: Camila Salgado

A química pode ser definida como a ciência que estuda a natureza da matéria, suas propriedades e transformações. Ela está presente em no nosso dia a dia, em todos os materiais que nos cerca, e em todos os seres vivos.

O nosso corpo, por exemplo, é formado por diversas substâncias em constante transformação que possibilitam o ser humano continuar vivo. Sem essas reações não haveria vida. Ao consumirmos alimentos, água, entre outros, o nosso sistema digestivo produz substâncias químicas capazes de transformar esses materiais ingeridos em nutrientes necessários para diversas funções do organismo, como produção de energia, manutenção dos órgãos, tecidos, ossos, etc. Em todas as ações comandadas pelo nosso cérebro, como por exemplo, nossas emoções, o que ocorre é química.

Combustão é uma transformação química (Foto: O Globo)
Combustão é uma transformação química (Foto: O Globo)

Uma árvore, quando é exposta à luz do sol, começa o processo da fotossíntese, que é a absorção da energia luminosa e sua transformação em energia, indispensável para a vida das plantas. A fotossíntese é de extrema importância para a manutenção do equilíbrio biológico nos diversos ecossistemas de nosso planeta. Tudo que ocorre durante este processo é química.
A equação da fotossíntese pode ser representada da seguinte maneira:
6 CO2 + 6 H2O → C6H12O6 + 6 O2

A água que é um elemento essencial à vida só torna-se potável através de muitos processos químicos, que tratam a água imprópria para o consumo garantindo o abastecimento à população.

Outros exemplos que provam como a química está presente em nosso cotidiano podem ser citados:

• Nos alimentos: os alimentos naturais precisam dos produtos químicos que fertilizam a terra para sua produção. Os pesticidas também são de grande importância na tarefa de garantir a qualidade dos alimentos, pois sua ação combate as pragas impedindo a disseminação de doenças e destruição das plantações.

Folha em decomposição (Foto: Flickr)
Folha em decomposição (Foto: Flickr)

• No vestuário: a maioria das roupas que usamos apresenta fios artificiais (náilon, poliéster) misturados a fibras naturais (algodão, lã).

• Na saúde: o desenvolvimento da indústria farmacêutica e da medicina fortalece a saúde humana, aumentando a expectativa de vida do homem.

• No desenvolvimento econômico e tecnológico: a indústria química transforma elementos presentes na natureza em produtos úteis ao homem. Desde a fabricação de bens como computadores e automóveis até itens como plásticos, vidros, papel e tintas são resultados de transformações químicas.

Muitas substâncias químicas são comuns no nosso dia a dia, por exemplo:
• Acetona (propanona)
• Sal de cozinha (cloreto de sódio)
• Água oxigenada (peróxido de hidrogênio)
• Álcool (etanol)
• Formol (metanal)
• Soda cáustica (hidróxido de sódio)
• Ácido acético (componente do vinagre)

Apesar de todo progresso e bem estar proporcionado pela química, há uma insistente crítica sobre essa ciência, que ainda é responsabilizada por desastres ecológicos e poluição existente no planeta, quando na verdade é a inadequada atividade humana que faz uso da química produzindo efeito nocivo sobre o meio ambiente.

Veja grandes acidentes nas usinas nucleares
Profissões do futuro conectam química e tecnologia

As agressões à atmosfera através da elevada quantidade de gases poluentes emitidos, agravando o efeito estufa, são consequências da ganância do homem. O conhecimento é o principal meio de conscientização, levando a sociedade a evitar o consumo excessivo de materiais e energia, e exigir meios que substituam o uso de combustíveis fósseis. A química deve ser compreendida de maneira que se promova uma qualidade de vida cada vez melhor.

Quando a ignorância critica, a sabedoria observa e sorri

PSICOLOGIA E COMPORTAMENTO

Orson Welles disse que “muitas pessoas são educadas demais para falar com a boca cheia, mas não se preocupam em fazê-lo com a cabeça vazia”. O diretor americano não foi o primeiro a se referir à ignorância e seus ataques.

O escritor espanhol Baltasar Gracián havia dito ” o primeiro passo da ignorância é presumir saber ” e Antonio Machado afirmou que ” tudo o que é ignorado é desprezado “. A ignorância não é uma doença, mas podemos classificá-la como tal porque seus efeitos são tão incapacitantes que impedem a pessoa de crescer enriquecendo-se com novas perspectivas. A armadilha da ignorância é que ela envolve a pessoa em uma gaiola de ouro, na qual ele está tão confortável que nem percebe que está prisioneiro da rigidez de seu pensamento.

Como são pessoas ignorantes?

Ignorância não é propriedade exclusiva de pessoas que não tiveram acesso à educação. De fato, podemos encontrar pessoas que não têm estudos, mas são profundamente sábias e de mente aberta, assim como podemos encontrar professores e cientistas que são profundamente ignorantes.

O filósofo inglês Karl Popper explica o porquê: “a ignorância não é a ausência de conhecimento, mas a recusa em adquiri-lo “. Isto é, a ignorância implica abraçar um pensamento rígido, idéias preconcebidas e rejeitar o resto. Esse modo de entender a ignorância é um sinal de alerta que nos diz para permanecermos vigilantes porque todos e cada um de nós podem adotar atitudes ignorantes.

Ignorância é rejeitar argumentos ou idéias das quais não sabemos nada ou sobre as quais não temos dados para chegar a conclusões lógicas. Nesse caso, em vez de nos esforçarmos para captar e compreender todo o quadro, preferimos nos apegar ao pequeno fio de “verdade” que achamos que temos. Entrincheirados nessa posição, não apenas atacamos os outros, mas também semeamos as sementes da intolerância, já que a ignorância sempre rejeita o que é diferente, o que não compreende.

Ignorância emocional

Há uma ignorância que causa ainda mais danos: a ignorância emocional das pessoas mais próximas a nós que nos julgam e criticam sem ter andado com nossos sapatos ou nem conhece todos os detalhes da situação, a partir de uma visão parcial da realidade.

Essas pessoas não são capazes de se colocar no lugar do outro e nem sequer tentam conhecer sua história, necessidades e ilusões para entender o porquê de seu comportamento. Essa ignorância dói muito mais e deixa feridas emocionais profundas, já que normalmente a opinião dessas pessoas é geralmente importante.

Em face da ignorância, é melhor agir com cautela

Um estudo muito interessante de PsychTests analisou como 3.600 pessoas responderam a críticas. Esses psicólogos descobriram que 70% admitem que se sentem magoados quando recebem uma crítica e 20% a rejeitam com raiva. Apenas 10% das pessoas refletem sobre críticas e deixam ir quando não contribuem com nada.

Também foi apreciado que as mulheres são duas vezes mais propensas a aceitar as críticas como algo pessoal e a assumi-las como uma demonstração de que elas não são capazes de fazer algo certo. Pelo contrário, os homens tendem a pensar que a crítica está errada e a responder agressivamente.

No entanto, o mais interessante é que as pessoas que adotam uma atitude defensiva em relação às críticas são também aquelas que se sentem menos felizes, têm baixa auto-estima e apresentam um desempenho pior no trabalho.

Aparentemente, quando as pessoas têm baixa auto-estima, elas bloqueiam a parte construtiva da crítica e se concentram apenas nos aspectos negativos. Por outro lado, aqueles que se defendem das críticas muitas vezes sentem que estão perdendo o controle, o que afeta ainda mais sua autoconfiança.

Portanto, quando a crítica vem da ignorância, a coisa mais sábia é responder com calma.

Para palavras tolas, ouvidos inteligentes

Como a crítica ignorante pode causar muitos danos, é essencial não cair no seu jogo. As palavras nocivas, as críticas maliciosas e as opiniões infundadas não devem encontrar um terreno fértil em nossa mente. Devemos lembrar que ninguém pode nos prejudicar sem o nosso consentimento. Portanto, o melhor é não dar crédito a eles.

O problema das pessoas ignorantes é que elas não estão abertas para ouvir outras opiniões, portanto, qualquer tentativa de se defender ou fazê-las cair em seus sentidos é muitas vezes deixada de lado. Isso nos fará desperdiçar energia inutilmente e é provável que no final ficaremos com raiva. É por isso que é quase sempre melhor aprender a ignorá-los.

O sábio sabe que batalhas valem a pena lutar, ele não desperdiça sua energia. Ele também está ciente de que a crítica muitas vezes diz mais sobre quem critica do que sobre quem é criticado, então ele assume uma atitude desinteressada, valoriza a verdade que a opinião contém e, se considerar irrelevante e prejudicial, não permite que isso o afete.

E quando é necessário responder à ignorância, as pessoas sábias fazem isso com firmeza e respeito. A melhor maneira de superar a ignorância é provar a ele que ele não tem poder sobre nós.

Artigo originalmente publicado em Rincón de la Pasicología

BEM-VINDO À VIDA

Lições de vida importantes, que Santo Agostinho nos deixou.

Principal filósofo do período da filosofia conhecido como Patrística, Agostinho de Hipona ou Santo Agostinho foi um filósofo da idade média cujo trabalho ajudou a fundar as bases da filosofia adotada pela Igreja Católica, bem como levantar questões que influenciaram a toda a história posterior da filosofia.

Até Agostinho os filósofos cristãos defendiam que o fundamento e a essência da vida deveriam ser a fé, particularmente, a fé cristã. A partir da fé os homens tomariam decisões importantes em suas vidas e realizariam os julgamentos morais, para a razão era legada a atuação na vida cotidiana, em decisões menores e rotineiras. Agostinho, por outro lado, conhecedor da filosofia por traz de diversas religiões e muito bem versado em filosofia geral, buscava na razão a justificativa para a fé.

Entre os muitos tópicos nos quais trabalhou, explorou a questão da liberdade humana, na forma do livre arbítrio, defendendo que a Graça Divina seria o elemento garantidor da liberdade. Formulou ainda a doutrina do pecado original e a teoria da guerra justa.

Segundo Agostinho, os cristãos deveriam ser filosoficamente e pessoalmente pacifistas. Isto significa dizer que os cristãos deveriam defender a paz, optando por ela por princípio, sempre que possível, mas permite que, quando não for possível estabelecer a paz, faça-se a guerra. Entendeu que uma postura pacifica perante um mal que apenas poderia ser parado pela violência é um pecado, uma vez que permite a perpetuação deste mal.

Agostinho deixou um legado gigantesco, com importantes frases que, independentemente da sua religião, te farão refletir sobre o modo como você encara a vida.

Selecionamos algumas mensagens de Santo Agostinho que são verdadeiros ensinamentos, seja você cristão ou pagão.

Qual o limite do amor?

“A medida do amor é amar sem medida” – Santo Agostinho

O amor é uma daquelas coisas que não conhece o excesso. Quando o sentimento é verdadeiro e sadio, não existem motivos para medi-lo ou limitá-lo. Ame sem limites!

Não faça por fazer…

“Não basta fazer as coisas boas, é preciso fazê-las bem.” – Santo Agostinho

Para que algo dê certo – seja uma tarefa, plano ou objetivo – precisamos de determinação e comprometimento com aquilo que desejamos cumprir. A vontade é importante, mas não vale de nada sem o esforço, o empenho e o compromisso.

Por isso, coloque o seu coração em tudo o que for fazer. Não se contente em finalizar metas, mas em aprender durante o percurso e dar o melhor de si em cada novo desafio!

Aprenda a esperar para aprender

“Não há lugar para a sabedoria onde não há paciência” – Santo Agostinho

Ter paciência é uma das lições que mais custa aprender para a maioria das pessoas. Vivemos numa geração acostumada com o imediatismo das coisas. Mas, nem tudo na vida acontece no momento que você quer… Devemos aprender a esperar. Este é um dos passos mais importantes rumo à sabedoria.

Avance para as próximas páginas!

“O mundo é um livro e quem fica sentado em casa lê somente uma página.” – Santo Agostinho

O mundo é muito mais do que os seus olhos podem ver! Permita-se explorar e conhecer sentimentos, lugares e costumes que estão fora da sua “zona de conforto”.

Não viva preso no seu “cubo de vidro”, onde tudo é familiar e fácil. Vá, saia, experimente, caia e levante-se algumas vezes! Somente assim conseguirá conhecer o mundo e saber como é realmente viver nele…

A verdade (quase sempre) dói

“As pessoas costumam amar a verdade quando esta as ilumina, porém tendem a odiá-la quando as confronta.” – Santo Agostinho

A verdade nem sempre será aquilo que desejamos ouvir. Precisamos estar conscientes de que não somos perfeitos… Todos erram, mas é na tentativa de melhorar e mudar que crescemos e nos fortalecemos.

Em constante renovação

“Nada estará perdido enquanto estivermos em busca.” – Santo Agostinho

“Mesmo que já tenha feito uma longa caminhada, sempre haverá mais um caminho a percorrer.” – Santo Agostinho

Não dê nada como garantido. Por mais longa que tenha sido a busca ou a caminhada, nunca desista de continuar seguindo. Sempre há algo de novo espreitando nas esquinas da vida. Fique atento!

O que deve ser realmente importante para você

“Não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és.

A verdadeira felicidade não consiste em ter muito, mas em contentar-se com pouco.” – Santo Agostinho

“Ama e faz o que quiseres. Se calares, calarás com amor; se gritares, gritarás com amor; se corrigires, corrigirás com amor; se perdoares, perdoarás com amor. Se tiveres o amor enraizado em ti, nenhuma coisa senão o amor serão os teus frutos.” – Santo Agostinho

As coisas nem sempre podem sair como planejamos, mas quando são feitas com os “ingredientes” certos, pode ter a certeza que tudo valerá a pena.

Três regras básicas:

“Conhece-te, aceita-te, supera-te.” – Santo Agostinho

São três etapas muito importantes que constantemente precisamos ultrapassar.

Ligações que são essenciais

“necessitamos um do outro para sermos nós mesmos.” – Santo Agostinho

Fortalecendo o que realmente vale a pena

“Preocupas-te se a árvore de tua vida tem galhos apodrecidos? Não percas tempo; cuida bem da raiz e não terás de andar pelos galhos.” – Santo Agostinho

Agostinho se refere à importância de priorizarmos e valorizarmos a nossa essência, o nosso núcleo, a nossa base. Se você tiver bons princípios, por mais que alguns ramos da sua vida se quebrem, você nunca definhará. O fator principal para a reconstrução está na sua essência!

Eliminando o mal pela fonte…

“O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, porque é a fonte de todos os vícios”. – Santo Agostinho

As filhas da Esperança

“A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.” – Santo Agostinho

Uma é espelho da outra

“Onde não há caridade não pode haver justiça.” – Santo Agostinho

Compartilhe com o mundo aquilo que você gostaria que fosse partilhado contigo. Por mais “feia” e “grosseira” que a humanidade possa parecer, às vezes, tudo o que precisamos para mudar as energias ao nosso redor é encher o mundo com o máximo de coisas boas.

Fonte: Pensar Contemporâneo

Eu mesmo me excluo quando percebo que minha presença não faz nenhuma diferença ali.

Talvez seja difícil percebermos quando não estamos recebendo a atenção e a importância devidas, nos lugares que frequentamos, ou quando não temos de volta nem metade do que ofertamos ao outro. Quando gostamos de alguém, queremos ser próximos, assim como temos o costume de frequentar locais que nos agradam. No entanto, nem todo mundo gostará de nós e nem em todos os lugares seremos bem recebidos.

A vida já anda tão corrida, lotados que estamos de compromissos trabalhistas, que tomam a maior parte de nossas vidas, ou seja, o pouco tempo que nos sobra para usarmos com o que quisermos não deve ser desperdiçado. Mesmo que sejam poucas horas livres, deverão ser desfrutadas junto a quem é verdadeiro, onde somos queridos e não somente tolerados. Termos consciência de que não somos unanimidade nos poupará de perder tempo com aquilo que não nos recebe de braços abertos.

A muitos, infelizmente, é difícil aceitar que nem sempre agradarão, que nem todo mundo lhes terá estima. E, quando não há reciprocidade em relação a quem nos é muito querido, tudo piora. Não adianta: aceitar-se como se é torna-se imprescindível para que se supere o que não dá certo, o que não teve volta, qualquer rejeição que apareça – e muitas aparecerão, inevitavelmente. Quando temos certeza de tudo o que somos de verdade, não nos preocuparemos com quem não gostar de nós, pois estaremos fortalecidos e procuraremos verdades na mesma medida.

Temos que nos amar o bastante, para não aceitarmos a invisibilidade em vida, para que não nos conformemos com a nossa permanência em lugares onde não somos queridos, para que não forcemos amizade, atenção, carinho e, muito menos, amor de quem mal se lembra de nossa existência. O afastamento de tudo o que nos torna invisíveis nos ajudará a sermos alguém de verdade junto a sentimentos sinceros e recíprocos.

É lógico que existirá alguém que nos amará com inteireza. É lógico que existirão lugares onde seremos recebidos com sorrisos e abraços verdadeiros. Desde que mantenhamos nossos sentimentos intactos dentro de nós, as pessoas certas, nos lugares certos, chegarão e ficarão para sempre em nossas vidas.

Fonte: RESILIENCIAMAG.COM|POR PROF. MARCEL CAMARGO

The Sound of Silence

Curtam uma outra versão, dessa musica que e’ um clássico da música mundial.

Bom final de semana!!!

Alex